Portonave bate recorde de movimentação da Região Sul

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A Portonave – Terminais Portuários de Navegantes atendeu 60 navios em julho e movimentou 87.547 TEUs (unidade de medida equivalente a um contêiner de 20 pés), recordes históricos de movimentação mensal para um terminal de contêineres da Região Sul do Brasil.

A exportação de contêineres refrigerados (reefer) também atingiu uma marca inédita em julho, 5.666 embarques. Foi ainda o melhor mês do ano em importações, com 11.633 descargas.

Estes números reforçam a liderança estadual da Portonave em movimentação de contêineres, posição que ocupa desde 2010. Além disso, a empresa é detentora do recorde sul-americano de produtividade, com 270,4 movimentos por hora (mph).

A Portonave ocupa ainda, desde o início do ano, a primeira posição em movimentação de contêineres no Sul do Brasil em 2017, segundo dados da ANTAQ. Também está entre os três terminais brasileiros na lista dos 20 maiores portos da América Latina, conforme ranking da CEPAL.

Ainda em agosto, a Portonave alcançará a marca de seis milhões de TEUs movimentados desde o início das suas operações, em outubro de 2007.  Até julho, o número registrado foi 5.927.271 TEUs.

Crescimento com sustentabilidade

Mesmo com toda essa movimentação, a Portonave segue comprometida com o desenvolvimento sustentável. Em 2016, a empresa modernizou os 18 Rubber Tired Grane (RTG na sigla em inglês), guindastes que fazem o movimento do contêiner do caminhão para o pátio de armazenagem, e vice-versa. Os RTGs passaram a ser alimentados com energia elétrica e não mais com geradores a diesel, o que resultou em ganhos econômicos e ambientais.

Com a modernização, foi possível alcançar uma redução anual de até 87% das emissões dos Gases de Efeito Estufa (GEE) relativas e em torno de 32% das emissões absolutas da Portonave. A iniciativa já valeu três prêmios: Prêmio Empresa Cidadã da ADVB/SC, Prêmio Fritz Müller e Prêmio Expressão de Ecologia.

A Portonave foi primeiro terminal portuário de contêineres privado do país e atua no escoamento da produção das regiões Sul, Sudeste e Centro-Oeste do Brasil e de outros países da América do Sul e no recebimento de cargas de todo o mundo.

Postado por Melissa
[17/08/2017]